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Introdução

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icon calendar 17/04/2020
Introdução

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Acompanhe conosco sete aspectos de nossa existência que estavam esquecidos, mas ainda é tempo de recuperar. Assista, comente e compartilhe.

REENCONTRO COM O NÚCLEO DE NOSSA EXISTÊNCIA EM TEMPOS DE CORONAVÍRUS

A pandemia nos impôs a suspensão da vida social. Em pouco tempo, palavras caíram em desuso, tais como: alargar, expandir, crescer, consumir, fazer, aparecer, ir programar, festejar, encontrar, marcar. Outras, outrora em desuso ou esquecidas, tomaram conta do nosso vocabulário, como: declinar, suspender, recolher, cancelar, restringir, reduzir, limitar, adiar, encolher.

O toque de recolher nos pegou de surpresa. Recebemos a ordem dada pelo diretor do grande teatro: saiam de cena; deixem o palco; apaguem as luzes; o show acabou! Ou então, a voz da mãe brava que interrompe uma brincadeira que já extrapolou no horário, e diz:  volte já para casa!

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Não nos restou outra saída a não ser obedecer.

Mas, ir para onde? Para Casa? Mas qual Casa? A sua! A minha.

Abro aqui um parêntese considerável, pois nada que será dito após essa pausa, se aplica aos brasileiros e brasileiras, que vivem nas ruas. Não há dados atualizados, mas os números aqui não importam. Podem ser 10, mil ou milhares que o problema continua existindo.

Portanto, a reflexão não cabe para “os sem casa”, mas para nós, que temos, indiretamente, responsabilidade sobre eles. No mínimo temos que nos perguntar: que tipo de processos de produção e consumo operamos e que tipo de organização social legitimamos e que leva a produção desse “resíduo social” ou “sobra humana”?

O que há de errado com nossas políticas e uso do dinheiro público que não dão conta de atender, incluir e oferecer dignidade mínima a essas pessoas?

Nossos dilemas e nossos problemas ficam pequenos e insignificantes quando nos demos conta quão distante estamos de uma fraternidade universal. Não podemos dizer que somos todos irmãos, enquanto tantos ainda precisam dormir no chão; não tem a privacidade de um banheiro e nem um café quente ao acordar, o básico para alguém se sentir digno. Essa realidade, por si só, já nos desmonta e retira de nós toda pretensão de sermos arautos da justiça, da bondade, da compaixão ou da misericórdia. Ao contrário, nos coloca em nossa devida insignificância e nos interpela: ainda temos muito por fazer. Dito isso, prossigamos.

  • por Aleluia Heringer

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